“Às margens dos rios da Babilônia, nós nos assentávamos e chorávamos, lembrando-nos de Sião. Nos salgueiros que lá havia, pendurávamos as nossas harpas, pois aqueles que nos levaram cativos nos pediam canções, e os nossos opressores, que fôssemos alegres, dizendo: Entoai-nos algum dos cânticos de Sião. Como, porém, haveríamos de entoar o canto do Senhor em terra estranha?” Salmos 137: 1-4.
Nesta manhã, meditava na no Salmos 137, e fui muito ministrado através dele. O título deste salmos é “A tristeza dos judeus no cativeiro – choram de saudades de Sião”. Os judeus estavam presos, escravizados nas mãos de inimigos, mas vale lembrar que a sua escravidão aconteceu como resultado de desobediência a Deus. Eles expressam através deste texto a sua agonia, angústia, lamento e desânimo frente as circunstâncias da prisão, ao ponto, de não conseguirem nem adorar mais ao Senhor. Dizem no verso 3 e 4 que aqueles que os prederam e mantiam escravos exigiam que tocassem e cantassem, mas lamentavam: “Como poderemos adorar dessa maneira, ou seja, sob estas circunstâncias de opressão e descontentamento?”. Naquele tempo o costume que tinham é que sempre que retornavam de uma batalha com vitória cantavam e se alegravam diante do Senhor e quando algo dava errado ficavam em silêncio. Diante desta circunstância de cativeiro eles estavam mais para silêncio do que para alegria, por isso disseram no verso 2 que nos salgueiros penduramos as nossas harpas, dando a entender que não havia motivos nenhum para se alegrar.




Olá! Gostaria de comentar aqui, neste artigo, à respeito deste assunto (free lancer ou efetivos?) que tenho ouvido falar nos últimos dias, embora seja um assunto já existente à anos, mas de ouvir muitos comentarem à esse respeito creio interessante tratar do mesmo.
Nesse prático, Tim Hughes desembrulha os segredos - e destaca as etapas óbvias que às vezes perdemos - na construção de uma banda. 